Quanto o seu cliente paga ao sair da mesa
Onde estão os concorrentes do recorte
Cada ponto é uma casa do comparativo colocada na região onde ela está — é referência de vizinhança, não mapa de ruas. Ponto cheio: endereço confirmado. Ponto vazado: sabemos o bairro dela, não a rua.
Onde seu ticket cai entre os vizinhos de praça
Praça de alimentação fechada ou food hall — o consumidor caminha entre pizzaria, japonês, burger, salada e ancora preço na faixa de ticket, mesmo com cozinhas diferentes. Aqui a leitura é de ambiente, não comparação prato-a-prato.
Não consegui carregar suas praças agora — reconectando…
Sugerimos as praças próximas do bairro que você informou no recorte. Se a sua não está catalogada, crie na hora.
Os pratos caros estão puxando giro?
Cada ponto é um prato do seu cardápio: preço em R$ na horizontal (a escala aperta os extremos pra chopp e picanha caberem no mesmo gráfico) e o volume da semana na vertical. Bebidas ficam de fora — giram por outra lógica.
Preencha volume nos itens da tabela para ver onde cada prato se posiciona.
Seu preço dentro da faixa da região
Escada de preços
Todos os itens precificados, ordenados do mais barato ao mais caro. Aqui não se compara com o mercado — olha-se a sequência do seu próprio cardápio: vãos grandes demais e degraus que cobram mais sem entregar mais.
Diagnóstico de preço
Os recursos clássicos de precificação, medidos direto nos seus preços. Cada cartão diz o que a alavanca é, como ela está no seu cardápio, em quais pratos ela aparece e o que dá pra fazer com ela — com nome de prato e preço, tirados do que você subiu. Sem referência inventada e sem nota final.
Traga as vendas do seu sistema em vez de digitar
O relatório de produtos vendidos que o seu sistema de vendas exporta serve aqui do jeito que sai — Zig, Totvs, Linx, Consumer, Goomer, o que for. Planilha, PDF ou até foto da tela: eu leio, junto por prato e por semana, caso com o cardápio que você já subiu e preencho o Vendas/sem da tabela abaixo. Nada sobrescreve número que você digitou.
Se preferir montar à mão, também vale: uma linha por venda, com data, item, quantidade e — se tiver — preço.
O que ajustar e por quê
O que mexer no preço e por quê. Cada linha traz o que você cobra hoje, o preço sugerido e quem cobra quanto perto de você. Depois de mexer no cardápio, marque aqui o que você fez — o que ficar registrado entra no seu histórico e a lista para de cobrar o que você já resolveu.
| Item | Preço atual | Recomendado | Justificativa | Você fez? |
|---|
Mesa e entrega
O que mais sai de cada pedido
| Prato | Na mesa | Precisa sair por | Você cobra | No seu bolso |
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O que você já fez
Cada ajuste que você marcou como feito fica registrado aqui, com data. É o acompanhamento: o que mudou no cardápio, quanto isso representa por mês e o que você decidiu não mexer.
Pratos que dão mais trabalho e saem pelo mesmo preço
O preço da região não enxerga hora de cozinha: nos restaurantes que a gente acompanha, massa recheada e massa comum saem pelo mesmo valor. Quem paga a diferença é a sua margem. Abaixo, os pares do seu cardápio em que isso acontece.
Nem todo prato entra na comparação: uns são de assinatura, outros ninguém por perto serve. Aqui está cada um deles com o motivo — e a lista encolhe conforme a cobertura da sua região cresce.
Digite o custo de insumos de cada prato. Tab ou Enter pula para o próximo — a margem, o preço mínimo e o semáforo aparecem na hora.
A coluna Cozinha já vem preenchida com uma estimativa de minutos de mão de obra por prato, lida do próprio cardápio. Corrija só o que estiver errado — é a única medida de cozinha de verdade que existe aqui. Hora de cozinha: R$
O padrão é o custo de um cozinheiro com encargos e benefícios, dividido por 220 horas no mês. Se você sabe quanto custa a hora da sua cozinha, troque aqui — a conta de mão de obra inteira segue esse número.
Usar % do preço
Engenharia de cardápio
Cada item cruzado por margem e volume de vendas. A leitura mostra onde proteger receita, onde otimizar custo e onde repensar.
De onde vem sua margem
A matriz mostra onde cada prato está. Aqui você vê de onde vem o dinheiro — e o quanto depende de poucos.
Descrições que vendem
Para as suas Estrelas e Quebra-cabeças — os carros-chefe da casa, onde a margem já é boa. Sem baixar preço nem mexer no custo. Geradas por IA, ancoradas no seu prato.
Classificação relativa ao seu próprio cardápio: a divisória de cada eixo é a mediana dos itens preenchidos. Com poucos itens, leia como tendência — não veredito.
Próximos passos — o que rende mais, o que dá mais trabalho
As mudanças sugeridas acima, organizadas por quanto rende e quanto dá de trabalho. O que rende rápido vem primeiro: muito retorno, pouco trabalho.
Pergunte qualquer coisa sobre este negócio. Respondo com os números desta casa — o cardápio, o mês fechado, o grupo — e quando o dado ainda não estiver aqui, digo qual é em vez de chutar.